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Primitivo, adolescente, imaturo

Encaro o espaço em branco, em branco. Sem ideia. Sem emoção. Só a febre. Febre em desejo. Desejo de troca .  Foi sempre o dilema. Abrir a porta e permitir entrada. Fechar a porta e negar saída. Surpresa é aprender que a fresta que engole é a mesma que cospe, a tranca não tem lado. A porta foi escancarada e a criatura se libertou. Inexperiente, narinas infladas, olhos arregalados, língua aflorada. Primitivo, adolescente, imaturo. Deixou veneno entrar, destilou veneno ao sair. Ninguém encontra o veneno que vem, só o que vai. 

Últimas postagens

tanto prazer em vê-lo afundar

Eu não estou sangrando

Um dia prometo deixá-lo ir, mas hoje não

equivalente a cheirarem o cu do amiguinho

já sabe

antes de existir

pateticamente encenando o choro

when lightning sings through the sky

eu também brilhei, e eu também era lua, e eu também era sol

Descemos um corredor fedido de mijo e entramos em um quintal cheio de mesas